
Retrata a indústria pornô dos anos 70 aos 80 naquela fase em em que os atores eram verdadeiras celebridades bigodudas.
O cineasta Jack Horner, interpretado bravamente por Burt Reynolds (se não me engano até levou um Oscar por isso) conhece um jovem sedutor dotado de um imenso e lindo pau, que causa frisson pelo seu desempenho em frente as câmeras e vê seu negócio deslanchar absurdamente.
O filme é embalado pela melhor seleção de Disco Music que eu já ouvi (ok, deve ficar pau a pau com a de Superbad, uma hora escrevo sobre essa também) e isso é tudo o que eu tenho pra falar sobre a trilha, que me deixou no maior comichão de organizar uma festa ou pelo menos duas horas de discotecagem disco em algum lugar sem ter que me preocupar em montar playlist - é só dar play.
É incrível porque o filme mostra cenas das gravações dos pornôs, tipo, mostra gente trepando o tempo todo, muuuito hedonismo, sem mostrar nada além de peitos e bundas (claro que eu fiquei de cara quando mostraram o bem aventurado pau do Eddie Dirk Diggler - esse nome é sensacional - porque eu achei que não aconteceria).
Tem muuuuuito pó passando pelo nariz de todo mundo, a decadência que vem de brinde, tem a xuxuzíssima Rollergirl que não tira seus patins nem pra trepar, um figurino estupendo e tem ela, a estonteante Julianne Moore (já falei do quanto eu amo essa mulher, né?) ahazando na interpretação, principalmente numa cena em que passa horas num quarto cheirando e falando e pirando com a Rollergirl e te faz pensar que não é possível, ela deve ter cheirado de verdade pra fazer aquela cena ou então fez um laborátório e tanto e real pra construir sua personagem. Por que as ruivas têm que ser tão maravilhosas?
Ó, é de 2007, muitos já devem ter visto, mas quem não viu tem que ver. Questão de honra.

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